- Vou dizer de outra forma: sabe aquela dúvida quando você precisa tomar uma decisão? Eu sou o fim da dúvida, sou quando você decide! - E quando decido errado, é você? - É. E não é ... - É quando acerta e não é quando erra? - Não. Sou e não sou quando você acerta e quando você erra. - Então, pra que você serve? - Sirvo pra que você continue a perguntar e responder, mesmo que ache a resposta errada. - E por que você... quer dizer, eu... nós... por que nós erramos tanto? - Você acha mesmo que nós erramos tanto assim? (Enumerar erros?) - Por que você acha que foram erros? Em vez disso, não seriam passos? - Passos? -Sim, como em uma caminhada. Não gostou? - Achei estranho. - Vou tentar de outro jeito: imagine que sua vida, todo o tempo em que você esteve vivo, fosse um longo rolo de filme antigo – (nota que o menino se perdeu) – você entende o que estou dizendo? - Sim. Isso são frames . Essa coisa de “rolo” é antiga. E você, se sabe as minhas decisões e é mais...
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